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Trabalho colaborativo na prática, o desafio não é colaborativo
Com certeza você já ouviu o discurso de que precisamos trabalhar colaborativamente. Isso tem sido dito em diversas áreas e, de fato, é uma verdade. Na realidade, não precisamos disso hoje, sempre precisamos, mas não percebíamos. A colaboração não é uma necessidade atual, mas uma necessidade perene. O que ocorre é que as coisas andam acontecendo tão rapidamente, que foi possível perceber que os ciclos de colaboração estão muito longos, fora de sua utilidade prática adequada ao

Renê Ruggeri
26 de ago. de 20243 min de leitura


Individualismo e coletivismo: dois lados da mesma moeda
Tirei o finalzinho do domingo passado para pesquisar uns tópicos na internet e me deparei com diversos vídeos em que pessoas falavam sobre o coletivismo. Consultei pelo menos uma dezena de vídeos diferentes, de gente, em princípio, altamente credenciada. Decepção quase geral. Justiça seja feita, achei dois vídeos em que o termo foi abordado de forma honesta. A grande maioria o tomava com viés meramente político, na tentativa de dar ao termo um significado reduzido e até equiv

Renê Ruggeri
9 de jul. de 20248 min de leitura


Pagando nossas dívidas intelectuais herdadas do Século XX (Filosofando sobre o IPD - Integrated Project Delivery)
Assim como o BIM não foi uma invenção da última década e sim uma demanda do século passado, que foi (ou vem sendo) implementada a duras penas pelo desenvolvimento tecnológico, o IPD (Integrated Project Delivery) é também uma demanda antiga. Aliás, um débito que tentamos pagar a partir de agora. A dureza do termo “débito” deve ser bem entendida, pois é uma dívida que não compramos, mas recebemos de herança do século XX. As teorias de projeto jamais pregaram que a separação ent

Renê Ruggeri
24 de jun. de 20243 min de leitura


Os sócios: Parte 2 – o que fazem?
Sócios são etimologicamente os que seguem juntos numa caminhada. Assim, qualquer pessoa em uma empresa é, no rigor etimológico, um sócio. Deixa de ser quando se desagrega do grupo. Imagine as grandes migrações que assistimos nos filmes de épocas remotas, aquela multidão é composta por sócios. Aliás, o conjunto deles se chama sociedade. Mas é claro que nem todos têm as mesmas funções, há uma estrutura subjacente a esse grupo. Há os que apenas caminham ajudando com a cargas. Pa

Renê Ruggeri
6 de mai. de 20246 min de leitura


Os sócios: Parte 1 – Quem são?
As palavras vão se ajeitando com o tempo conforme a conveniência dos usuários e seus costumes. Não é incomum que algumas comecem a ser entendidas muito mais pelo significado secundário que pelo da sua origem. Mas o significado secundário, em geral, não é substitutivo, mas cumulativo. Ou seja, a palavra não perde seu significado original, apenas ganha um novo. Os exemplos caricatos são as gírias que, às vezes, possuem significados extremamente estranhos ao original das palavra

Renê Ruggeri
27 de abr. de 20245 min de leitura


O que falta no ESG?
Recentemente assisti a uma excelente live sobre ESG (Enviroment and Social Governance) com uma consultora que, em uma fala introdutória, resumiu a questão de uma forma que considero brilhante. Dizia a Dra. Cláudia Coser que nas questões relacionadas ao ESG estão envolvidas três vidas: · A vida do planeta · A vida da sociedade · A vida das empresas O brilhantismo está na simplicidade e essencialidade do conceito. De fato, aos nos preocuparmos com o meio am

Renê Ruggeri
6 de nov. de 20234 min de leitura


Governança corporativa, uma questão existencial
Entendo que, para compreender e analisar a governança, é preciso retornar rapidamente ao conceito de organização (ou empresa). Uma organização é uma entidade constituída para operar segundo um processo de negócio (que observa um conjunto de métodos) para entregar um determinado resultado à sociedade. Não é à toa que toda organização tem um objetivo social (ou objeto social). O lucro obtido pelas organizações mercantis é uma espécie de prêmio por sua efetividade no cumprimento

Renê Ruggeri
15 de mai. de 20225 min de leitura


Pessoa jurídica vai ao médico?
Poucas pessoas se dão ao trabalho de explorar as analogias possíveis entre pessoas físicas, nós, e pessoas jurídicas, nossas organizações (públicas, privadas, filantrópicas etc.). É, contudo, extremamente fértil essa reflexão e surpreendentemente esclarecedora de alguns conceitos aparentemente difíceis. Experimentemos uma destas analogias e o que podemos retirar dela de aprendizado. Não nos referimos apenas a uma analogia superficial, a ideia aqui é buscar algo mais profundo

Renê Ruggeri
15 de fev. de 20226 min de leitura
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