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Comentários sobre cultura inovadora

March 2, 2019

Adorei o artigo do link, escrito por Gary P. Pisano, sobretudo porque nos identificamos com seu conteúdo. “Gary P. Pisano é professor e reitor assistente sênior de desenvolvimento na Harvard Business School.” Veja o artigo na íntegra em:

 

https://hbrbr.uol.com.br/a-dura-realidade-das-culturas-inovadoras/

 

Queríamos fazer apenas algumas citações, mas acabamos citando muito e comentando menos. Deve ajudar aos que têm preguiça de ler o artigo completo...rs... Nosso texto ficou aparentemente sem nexo em algumas passagens, mas é que ele é um comentário com base no artigo original, então, ajudará bastante ler o original.

 

“A verdade é que para haver tolerância ao fracasso é preciso dispor de pessoas extremamente competentes. ... . Muitas vezes, você não sabe o que você não sabe, e você tem de aprender enquanto caminha.”

Por isso valorizamos mais a capacidade de reflexão que o conteúdo técnico já conhecido. Não nos interessa tanto o que nossas equipes sabem, mas sim a consciência que têm da sua ignorância e a capacidade de mudar isso. A sabedoria é humilde. Já andamos escrevendo sobre isso em https://www.reneruggeri.com/single-post/2015/05/02/O-que-n%C3%A3o-sabe-que-n%C3%A3o-sabe

 

“Durante essas explorações, as equipes leem a literatura sobre o assunto e convocam uma ampla rede externa de consultores científicos para pensar em novos insights científicos. Não há nenhuma restrição inicial sobre as explorações. Todas as ideias — mesmo que pareçam impraticáveis ou descabidas — são consideradas.”

Isso é o que nossa metodologia de desenvolvimento de Projetos AEC faz na etapa de Levantamento de Informações (ajustando o contexto, obviamente). Quando iniciamos posteriormente a concepção, o fazemos com todas as informações que avaliamos e raramente somos surpreendidos no processo. “A experimentação disciplinada é um ato de equilíbrio. Como líder, você quer encorajar as pessoas a considerar “ideias descabidas” e dar-lhes tempo para formular suas hipóteses.”

 

“... mas a segurança psicológica é uma via de mão dupla. Se para mim é seguro criticar suas ideias, também precisa ser seguro para você criticar as minhas .... A franqueza irrestrita é crítica para a inovação ... Não há nada de inconsistente em ser franco e respeitoso.”

Nosso processo de criação de soluções praticamente exige que todos se manifestem. Isso é trabalho colaborativo, um dos nossos pilares. Respeito é um dos nossos valores que potencializa a inovação em nossos projetos.

 

“Em culturas colaborativas, é natural para os funcionários procurar ajuda de colegas... Tais funcionários têm senso de responsabilidade coletiva. ... No final, alguém precisa tomar uma decisão e se responsabilizar por ela. ... Responsabilidade e colaboração podem ser complementares”.

Nossa forma de trabalhar promove a colaboração que respalda a decisão dos responsáveis.

“As pessoas podem se empolgar com as perspectivas de ter mais liberdade ... Mas também precisam reconhecer que essas liberdades são acompanhadas de sérias responsabilidades.”

A liberdade caracteriza nosso método, mas é a responsabilidade que caracteriza nossos parceiros e equipes.

 

“... os líderes precisam reconhecer que não há atalhos na formação de uma cultura inovadora. ... E elas não serão para todos, por isso você precisa selecionar com muito cuidado quem da organização mãe deve integrá-las.”

Isso explica nossos critérios de construção de parcerias e seleção de membros das equipes.

 

“...as culturas inovadoras podem ser instáveis e a tensão entre as forças de equilíbrio pode facilmente desequilibrá-las...”

Por isso estamos sempre simultaneamente em processo de evolução e estabilização. Consolidar uma forma de trabalho é como o pé de apoio firme ao solo, enquanto o outro dá o próximo passo.

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